As corporações, financeiras em especial, acabam mais confundindo utilizadores do que ajudando sua conscientização sobre phishing em correio eletrônico. Esta é uma tentativa de explicar como foi chegar a essa conclusão:
Há anos, tenho usado Mosh para contornar instabilidades e mobilidade de redes, já que ele se baseia em UDP e é bem adequado a isso, sem precisar manter uma “conexão” caso usasse TCP. É projetado para lidar com as perdas e a funcionar conforme haja comunicação.
O problema que enfrentei com Mosh recentemente foi ao precisar passar por máquinas intermediárias (como em ssh -J — vide manual), algo que se tornou necessário recentemente no ambiente de trabalho. Estive desde então pesquisando como resolver isso.
Solicitação enviada à equipe responsável pela VPN privativa de liberdade de uma universidade pública brasileira, por dificuldade de uso com cliente livre.
Desde ao menos esta manhã, ao tentar abrir conexão à VPN, como de praxe há tantos anos, utilizando vpnc, tanto do Debian “Sid” (mais recente possível dessa família) quanto do Ubuntu (Pro) 18.04, não há sucesso, tanto pelo usual NetworkManager com suporte a essa VPN instalado pelo pacote network-manager-vpnc-gnome, quanto tentando executar o vpnc diretamente,
Reedição de publicação de 2006 em blog/site pessoal mantido de 1998 a 2012.
“Num futuro muito próximo”, no imenso sertão da Austrália, há uma espécie de patrulha rodoviária para tentar controlar gangues motorizadas que pilham as estradas. Dessa pequena corporação, faz parte o jovem protagonista Max Rockatansky (Mel Gibson), tido como o mais eficiente de seus integrantes.
Discordo fortemente quando alguém afirma equivocadamente que “Linux” — querendo frequentemente dizer GNU — seria projetado para ser utilizado apenas pela linha de comando. Alegam que, por isso, usuários finais seriam melhor satisfeitos por um ou dois sistemas operacionaisnão livres para computadores pessoais, especialmente o que domina o mercado.
I strongly disagree when people mistakenly claim that “Linux” (meaning GNU and other Unix-like) is designed to be used only on the command line interface, and therefore end users would be better served by one or two more common desktop operating systems, especially the currently dominant one.
Acaba sendo bastante interessante pelo menos alguém, em uma equipe que trabalha com um parque repleto de DebianGNU/Linux e/ou derivados como Ubuntu, utilizar Debian Sid ou pelo menos Testing na sua máquina de uso direto:
Seguem resultados de um rápido #teste de desempenho de leitura de dispositivos de armazenamento de dados comuns em algumas máquinas. São quatro unidades de discos rígidos (HDD), duas unidades de estado sólido (SSD) e um cartão de memória MicroSD. Os testes foram realizados utilizando o softwareGNOME Disks enquanto as partições existentes estavam montadas, ainda que sem uso intenso.
Ubuntu, recentemente (22.04[1] em diante), na sua variação para desktop, inclui um serviço “systemd-oomd” que mata processos que estejam consumindo muita memória, preventivamente, bem antes que ela se esgote e haja potencial travamento. A ideia parece boa, porém, como está implementada, acaba sendo exagerada.