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    <title>MECLivros &amp;mdash; john</title>
    <link>https://blog.ayom.media/john/tag:MECLivros</link>
    <description>um repositório público de pensamentos</description>
    <pubDate>Wed, 20 May 2026 05:49:49 +0000</pubDate>
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      <title>Zoaram o MEC Livros</title>
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      <description>&lt;![CDATA[Acho que o MEC Livros vai entrar pra lista de políticas públicas que poderiam moldar o futuro do Brasil, mas foram brecadas/mutiladas pelas forças do atraso (ao lado de membros ilustres como o Fome Zero e os Pontos de Cultura).&#xA;&#xA;Nas suas primeiras versões, a aplicação permitia acessar por prazos determinados um acervo enorme de livros recentes, completos. De obras clássicas da literatura aos principais hypes do mercado literário contemporâneo. Tudo de graça, com o único limite de um livro por vez a cada 14 dias.&#xA;&#xA;Porém na atualização recente o acesso aos livros foi restringido. Apenas algumas edições de autores nacionais em domínio público estão disponíveis na íntegra. Todas as obras com direitos autorais estão disponíveis apenas parcialmente, para &#34;experimentar&#34;. O que poderia ser uma biblioteca digital pública se tornou um catálogo virtual para as editoras.&#xA;&#xA;Não sei o motivo de uma mudança tão profunda, mas posso suspeitar que tem as impressões digitais do lobby editorial. Se for o caso, demonstra o horizonte de visão estreito das editoras. Para haver consumidores de livros, é preciso que haja leitores. &#xA;&#xA;O MEC Livros ainda tem seu valor. Da minha parte, acho excelente ter a plataforma pra ler os clássicos brasileiros mesmo. Mas acho difícil que assim  ela consiga cumprir o objetivo de atrair novos leitores.&#xA;&#xA;MECLivros&#xA;&#xA;pa href=&#34;https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/deed.pt-br&#34; rel=&#34;nofollow&#34;CC BY-NC 4.0/a • a href=&#34;https://blog.ayom.media/john&#34; rel=&#34;nofollow&#34;Blog do John/a • a href=&#34;mailto:john.razen@protonmail.com&#34; rel=&#34;nofollow&#34;Comente via e-mail/a • a href=&#34;https://ayom.media/@john&#34; rel=&#34;nofollow&#34;Ou me chame na DM/a/p&#xD;&#xA;]]&gt;</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Acho que o MEC Livros vai entrar pra lista de políticas públicas que poderiam moldar o futuro do Brasil, mas foram brecadas/mutiladas pelas forças do atraso (ao lado de membros ilustres como o Fome Zero e os Pontos de Cultura).</p>

<p>Nas suas primeiras versões, a aplicação permitia acessar por prazos determinados um acervo enorme de livros recentes, completos. De obras clássicas da literatura aos principais hypes do mercado literário contemporâneo. Tudo de graça, com o único limite de um livro por vez a cada 14 dias.</p>

<p>Porém na atualização recente o acesso aos livros foi restringido. Apenas algumas edições de autores nacionais em domínio público estão disponíveis na íntegra. Todas as obras com direitos autorais estão disponíveis apenas parcialmente, para “experimentar”. O que poderia ser uma biblioteca digital pública se tornou um catálogo virtual para as editoras.</p>

<p>Não sei o motivo de uma mudança tão profunda, mas posso suspeitar que tem as impressões digitais do lobby editorial. Se for o caso, demonstra o horizonte de visão estreito das editoras. Para haver consumidores de livros, é preciso que haja leitores.</p>

<p>O MEC Livros ainda tem seu valor. Da minha parte, acho excelente ter a plataforma pra ler os clássicos brasileiros mesmo. Mas acho difícil que assim  ela consiga cumprir o objetivo de atrair novos leitores.</p>

<p><a href="/john/tag:MECLivros" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">MECLivros</span></a></p>

<p><a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/deed.pt-br" rel="nofollow">CC BY-NC 4.0</a> • <a href="https://blog.ayom.media/john" rel="nofollow">Blog do John</a> • <a href="mailto:john.razen@protonmail.com" rel="nofollow">Comente via e-mail</a> • <a href="https://ayom.media/@john" rel="nofollow">Ou me chame na DM</a></p>
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      <guid>https://blog.ayom.media/john/zoaram-o-mec-livros</guid>
      <pubDate>Wed, 20 May 2026 00:12:32 +0000</pubDate>
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