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    <title>debian &amp;mdash; daltux</title>
    <link>https://blog.ayom.media/daltux/tag:debian</link>
    <description>Pelas liberdades de executar, estudar, aprimorar e compartilhar a tecnologia.</description>
    <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 23:11:11 +0000</pubDate>
    <item>
      <title>GNU Linux-libre: liberte e renove o núcleo de sua máquina com o repositório Freesh</title>
      <link>https://blog.ayom.media/daltux/gnu-linux-libre-liberte-e-renove-sua-maquina-com-freesh</link>
      <description>&lt;![CDATA[img alt=&#34;Desenho cartunístico de um pinguim azul que segura um escovão e uma toalha, como se acabasse de tomar banho.&#34; src=&#34;https://www.fsfla.org/ikiwiki/selibre/linux-libre/freedo.svg&#34; width=&#34;150&#34; align=&#34;right&#34; title=&#34;Freedo, mascote do Linux-libre. Desenho de Rubén Rodrígues Pérez.&#34;GNU Linux-libre é, atualmente, o núcleo oficial do sistema operacional GNU. É quase o mesmo que Linux, o grande kernel que costuma ser usado não apenas com o GNU como com diversos outros. Contudo, Linux-libre é o resultado de um processo de detecção e limpeza de partes privativas a cada lançamento do Linux, visando garantir, diferentemente deste, que seja 100% software livre.&#xA;&#xA;!--more--Leia mais sobre esse projeto tão fundamental para a liberdade de software em sua página oficial (em inglês) ou em artigo da Wikipédia.&#xA;&#xA;Freesh&#xA;&#xA;O projeto GNU Linux-libre, mantido por FSFLA com apoio da FSF, possui um repositório chamado Freesh, compatível com apt. Ele contém pacotes em formato deb do kernel prontos para instalação em PureOS, Trisquel ou tantas outras distribuições de GNU derivadas de Debian, mesmo aquelas que normalmente são acompanhadas do Linux comum &amp;mdash; o famoso kernel que não é considerado software livre por conter módulos com conteúdo binário desacompanhado de código-fonte ou ofuscado e que, portanto, priva a comunidade de uma ou mais das suas liberdades essenciais.&#xA;&#xA;  Similarmente, há também um repositório compatível com dnf chamado RPM Freedom.&#xA;&#xA;O repositório Freesh, ao mesmo tempo em que possibilita libertar uma máquina do software privativo trazido pelo Linux comum, ainda pode causar o efeito colateral de deixá-la mais renovada, pois apresenta os lançamentos mais recentes do kernel, que poderiam demorar muito a chegar a ela. Após defini-lo em arquivo no diretório /etc/apt/sources.list.d, basta atualizar os dados dos repositórios e instalar o metapacote linux-libre para ter a últimíssima versão do kernel ou, se desejar algo testado por mais tempo, linux-libre-lts.&#xA;&#xA;Espelhos&#xA;&#xA;Os repositórios raiz do projeto GNU Linux-libre são mantidos pela FSFLA em estrutura cedida pela FSF, em Boston, com alguns espelhos voluntariamente mantidos pelo mundo. Considerando a data de escrita deste texto, há poucos dias, eram três, em Austrália, Equador e Turquia. Assim, surgiu a ideia de criar um espelho do Freesh no servidor de daltux.net como forma de contribuir com o projeto. Ele já foi adicionado à lista de espelhos lida pelo gerenciador de pacotes a cada atualização, se tiverem sido seguidas as instruções de instalação padrão da página do Freesh. Nesse caso, não é preciso fazer mais nada para aproveitá-lo. Também é possível definir diretamente https://daltux.net/freesh/ como origem, se desejar recorrer apenas a esse espelho &amp;mdash; algo menos recomendável.&#xA;&#xA;O novo espelho está situado na Alemanha. Permanece importante a criação de mais espelhos, em especial no Brasil, como em outros locais. Quem tiver alguma infraestrutura e interesse de realizar isso, que não é nada complicado, pode entrar em contato se precisar de mais detalhes. Basicamente, será a execução periódica de Shell script para atualizar com rsync um diretório a ser servido por HTTP(s).&#xA;&#xA;Exemplo&#xA;&#xA;Eis um exemplo de execução de atualização+limpeza de pacotes que demonstra a utilização de mais de um espelho automaticamente pelo apt ao baixar o linux-libre versão 6.17.2:&#xA;&#xA;$ sudo sh -c &#39;apt update &amp;&amp; apt upgrade --verbose-versions &amp;&amp; apt autopurge &amp;&amp; apt clean &amp;&amp; echo &amp;&amp; df -h / &amp;&amp; echo &amp;&amp; uptime&#39;&#xA;&#xA;[...]&#xA;Get:6 http://linux-libre.fsfla.org/pub/linux-libre/freesh/mirrors.txt Mirrorlist [171 B]&#xA;[...]&#xA;1 package can be upgraded. Run &#39;apt list --upgradable&#39; to see it.&#xA;[...]&#xA;Upgrading:&#xA;   linux-libre (6.17.1 =  6.17.2)&#xA;&#xA;Installing dependencies:&#xA;   linux-image-6.17.2-gnu (6.17.2-gnu-1.0)&#xA;&#xA;Summary:&#xA;  Upgrading: 1, Installing: 1, Removing: 0, Not Upgrading: 0&#xA;  Download size: 103 MB&#xA;  Space needed: 576 MB / [...] available&#xA;  └─ in /boot:  84.5 MB / [...] available&#xA;&#xA;Continue? [Y/n]&#xA;Get:1 http://linux-libre.fsfla.org/pub/linux-libre/freesh/mirrors.txt Mirrorlist [171 B]&#xA;Get:3 https://daltux.net/freesh freesh/main amd64 linux-libre amd64 6.17.2 [780 B]&#xA;Get:2 https://mirror.cedia.org.ec/linux-libre/freesh freesh/main amd64 linux-image-6.17.2-gnu amd64 6.17.2-gnu-1.0 [103 MB]&#xA;Fetched 103 MB in 20s (5154 kB/s)&#xA;[...]&#xA;Setting up linux-libre (6.17.2) ...&#xA;[...]&#xA;&#xA;Dica adicional: nala&#xA;&#xA;Algo sobre o gerenciador de pacotes apt em geral: quando o mesmo pacote/versão está disponível em mais de uma origem configurada, ele já usa origens aleatórias para baixar cada pacote e pode passar a outra origem caso alguma apresente erro. Se desejar, mais do que isso, tentar usar paralelamente mais de um espelho definido para baixar o mesmo pacote, o programa nala consegue realizar isso. Vale a pena? Depende: cumulando essas condições com gargalos no lado do servidor, pode haver benefício. Senão, continue usando apt normalmente.&#xA;&#xA;A dica mais importante é evitar repositórios que contenham software não livre.&#xA;&#xA;#GNU #LinuxLibre #Linux #Debian #apt #SoftwareLivre&#xA;&#xA;span class=&#34;post-sig&#34; lang=&#34;pt-BR&#34;🇧🇷🇵🇹 a href=&#34;https://blog.ayom.media/daltux&#34;Este blogue/a © 2023-26 por a href=&#34;https://daltux.net/&#34; rel=&#34;me&#34;Daltux/a é publicado sob a licença a href=&#34;https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/deed.pt-br&#34; target=&#34;blank&#34; title=&#34;Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional&#34; CC BY-SA 4.0/a.br/span lang=&#34;en&#34;🇨🇦🇬🇧 a rel=&#34;cc:attributionURL&#34; href=&#34;https://blog.ayom.media/daltux&#34;This blog/a © 2023-26 by a rel=&#34;cc:attributionURL dct:creator&#34; property=&#34;cc:attributionName&#34; href=&#34;https://daltux.net/&#34; rel=&#34;me&#34;Daltux/a is licensed under a href=&#34;http://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/&#34; target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;license noopener noreferrer&#34; style=&#34;display:inline-block;&#34; title=&#34;Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International license&#34;CC BY-SA 4.0/a. !--&amp;#x1F16D;&amp;#x1F16F;&amp;#x1F10E;--/span/spanspan style=&#34;font-size: 1.5em; vertical-align:middle;&#34; title=&#34;Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International license&#34;&#xD;&#xA;&amp;#127341;&amp;#127343;&amp;#127246;/span]]&gt;</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Desenho cartunístico de um pinguim azul que segura um escovão e uma toalha, como se acabasse de tomar banho." src="https://www.fsfla.org/ikiwiki/selibre/linux-libre/freedo.svg" width="150" align="right" title="Freedo, mascote do Linux-libre. Desenho de Rubén Rodrígues Pérez.">GNU <strong>Linux-libre</strong> é, atualmente, o núcleo oficial do sistema operacional <a href="https://gnu.org" rel="nofollow">GNU</a>. É <em>quase</em> o mesmo que Linux, o grande <em>kernel</em> que costuma ser usado não apenas com o GNU como com diversos outros. Contudo, Linux-libre é o resultado de um processo de detecção e limpeza de partes privativas a cada lançamento do Linux, visando garantir, diferentemente deste, que seja <strong>100%</strong> <a href="https://www.gnu.org/philosophy/free-sw.html" rel="nofollow"><em>software</em> livre</a>.</p>

<p>Leia mais sobre esse projeto tão fundamental para a liberdade de <em>software</em> em sua <a href="https://linux-libre.fsfla.org/" rel="nofollow">página oficial (em inglês)</a> ou em artigo da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_Linux-libre" rel="nofollow">Wikipédia</a>.</p>

<h2 id="freesh">Freesh</h2>

<p>O projeto GNU Linux-libre, mantido por <a href="https://fsfla.org" title="Fundação Software Livre América Latina" rel="nofollow">FSFLA</a> com apoio da <a href="https://fsf.org" title="Free Software Foundation" rel="nofollow">FSF</a>, possui um repositório chamado <a href="https://www.fsfla.org/ikiwiki/selibre/linux-libre/freesh" rel="nofollow"><strong>Freesh</strong></a>, compatível com <code>apt</code>. Ele contém pacotes em formato <code>deb</code> do <em>kernel</em> prontos para instalação em <a href="https://pureos.net" rel="nofollow">PureOS</a>, <a href="https://trisquel.info" rel="nofollow">Trisquel</a> ou tantas outras <a href="https://www.gnu.org/distros/" rel="nofollow"><strong>distribuições</strong> de GNU</a> derivadas de <a href="https://www.gnu.org/distros/common-distros.html#Debian" rel="nofollow">Debian</a>, mesmo aquelas que normalmente são acompanhadas do Linux comum — o famoso <em>kernel</em> que não é considerado <em>software</em> livre por conter módulos com conteúdo binário desacompanhado de código-fonte ou ofuscado e que, portanto, <a href="https://aulete.com.br/privar" title="Definição do verbo privar segundo o dicionário Aulete" rel="nofollow"><strong>priva</strong></a> a comunidade de uma ou mais das suas <a href="https://www.gnu.org/philosophy/free-sw.html#four-freedoms" rel="nofollow">liberdades essenciais</a>.</p>

<blockquote><p>Similarmente, há também um repositório compatível com <code>dnf</code> chamado <a href="https://www.fsfla.org/ikiwiki/selibre/linux-libre/rpmfreedom" rel="nofollow">RPM Freedom</a>.</p></blockquote>

<p>O repositório <strong><em>Freesh</em></strong>, ao mesmo tempo em que possibilita libertar uma máquina do <em>software</em> privativo trazido pelo Linux comum, ainda pode causar o efeito colateral de deixá-la mais renovada, pois apresenta os lançamentos mais recentes do <em>kernel</em>, que poderiam demorar muito a chegar a ela. Após defini-lo em arquivo no diretório <code>/etc/apt/sources.list.d</code>, basta atualizar os dados dos repositórios e instalar o metapacote <strong><code>linux-libre</code></strong> para ter a últimíssima versão do <em>kernel</em> ou, se desejar algo testado por mais tempo, <strong><code>linux-libre-lts</code></strong>.</p>

<h2 id="espelhos">Espelhos</h2>

<p>Os repositórios raiz do projeto GNU Linux-libre são mantidos pela FSFLA em estrutura cedida pela FSF, em Boston, com alguns espelhos voluntariamente mantidos pelo mundo. Considerando a data de escrita deste texto, há poucos dias, eram três, em Austrália, Equador e Turquia. Assim, surgiu a ideia de criar um espelho do <strong>Freesh</strong> no servidor de <code>daltux.net</code> como forma de contribuir com o projeto. Ele já <a href="https://www.fsfla.org/pipermail/linux-libre/2025-October/003605.html" title="Mensagem de Jason Self à lista de discussão do Linux-libre na FSFLA sobre a inclusão do espelho na lista." rel="nofollow">foi adicionado</a> à <a href="https://linux-libre.fsfla.org/pub/linux-libre/freesh/mirrors.txt" rel="nofollow">lista de espelhos</a> lida pelo gerenciador de pacotes a cada atualização, se tiverem sido seguidas as instruções de instalação padrão da página do Freesh. Nesse caso, não é preciso fazer mais nada para aproveitá-lo. Também é possível definir diretamente <code>https://daltux.net/freesh/</code> como origem, se desejar recorrer apenas a esse espelho — algo menos recomendável.</p>

<p>O novo espelho está situado na Alemanha. Permanece importante a criação de mais espelhos, em especial no Brasil, como em outros locais. Quem tiver alguma infraestrutura e interesse de realizar isso, que não é nada complicado, pode entrar em <a href="https://daltux.net/" title="Veja página com meios de contactar o autor" rel="nofollow">contato</a> se precisar de mais detalhes. Basicamente, será a execução periódica de <a href="https://daltux.net/freesh/freesh-mirror.sh" title="Baixe, analise, adapte o script freesh-mirror.sh" rel="nofollow"><em>Shell script</em></a> para atualizar com <code>rsync</code> um diretório a ser servido por HTTP(s).</p>

<h3 id="exemplo">Exemplo</h3>

<p>Eis um exemplo de execução de atualização+limpeza de pacotes que demonstra a utilização de mais de um espelho automaticamente pelo <code>apt</code> ao baixar o <code>linux-libre</code> versão <code>6.17.2</code>:</p>

<pre><code class="language-shell">$ sudo sh -c &#39;apt update &amp;&amp; apt upgrade --verbose-versions &amp;&amp; apt autopurge &amp;&amp; apt clean &amp;&amp; echo &amp;&amp; df -h / &amp;&amp; echo &amp;&amp; uptime&#39;

[...]
Get:6 http://linux-libre.fsfla.org/pub/linux-libre/freesh/mirrors.txt Mirrorlist [171 B]
[...]
1 package can be upgraded. Run &#39;apt list --upgradable&#39; to see it.
[...]
Upgrading:
   linux-libre (6.17.1 =&gt; 6.17.2)

Installing dependencies:
   linux-image-6.17.2-gnu (6.17.2-gnu-1.0)

Summary:
  Upgrading: 1, Installing: 1, Removing: 0, Not Upgrading: 0
  Download size: 103 MB
  Space needed: 576 MB / [...] available
  └─ in /boot:  84.5 MB / [...] available

Continue? [Y/n]
Get:1 http://linux-libre.fsfla.org/pub/linux-libre/freesh/mirrors.txt Mirrorlist [171 B]
Get:3 https://daltux.net/freesh freesh/main amd64 linux-libre amd64 6.17.2 [780 B]
Get:2 https://mirror.cedia.org.ec/linux-libre/freesh freesh/main amd64 linux-image-6.17.2-gnu amd64 6.17.2-gnu-1.0 [103 MB]
Fetched 103 MB in 20s (5154 kB/s)
[...]
Setting up linux-libre (6.17.2) ...
[...]
</code></pre>

<h3 id="dica-adicional-nala">Dica adicional: nala</h3>

<p>Algo sobre o gerenciador de pacotes <code>apt</code> em geral: quando o mesmo pacote/versão está disponível em mais de uma origem configurada, ele já usa origens aleatórias para baixar cada pacote e pode passar a outra origem caso alguma apresente erro. Se desejar, mais do que isso, tentar usar paralelamente mais de um espelho definido para baixar o mesmo pacote, o programa <code>nala</code> consegue realizar isso. Vale a pena? Depende: cumulando essas condições com gargalos no lado do servidor, pode haver benefício. Senão, continue usando <code>apt</code> normalmente.</p>

<p>A dica mais importante é evitar repositórios que contenham <em>software</em> não livre.</p>

<p><a href="/daltux/tag:GNU" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">GNU</span></a> <a href="/daltux/tag:LinuxLibre" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">LinuxLibre</span></a> <a href="/daltux/tag:Linux" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">Linux</span></a> <a href="/daltux/tag:Debian" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">Debian</span></a> <a href="/daltux/tag:apt" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">apt</span></a> <a href="/daltux/tag:SoftwareLivre" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">SoftwareLivre</span></a></p>

<p><span class="post-sig" lang="pt-BR">🇧🇷🇵🇹 <a href="https://blog.ayom.media/daltux" rel="nofollow">Este blogue</a> © 2023-26 por <a href="https://daltux.net/" rel="nofollow">Daltux</a> é publicado sob a licença <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/deed.pt-br" target="_blank" title="Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional" rel="nofollow noopener">CC BY-SA 4.0</a>.<br/><span lang="en">🇨🇦🇬🇧 <a href="https://blog.ayom.media/daltux" rel="nofollow">This blog</a> © 2023-26 by <a href="https://daltux.net/" rel="nofollow">Daltux</a> is licensed under <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/" target="_blank" style="display:inline-block;" title="Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International license" rel="nofollow noopener">CC BY-SA 4.0</a>. </span></span><span style="font-size: 1.5em; vertical-align:middle;" title="Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International license">
🅭🅯🄎</span></p>
]]></content:encoded>
      <guid>https://blog.ayom.media/daltux/gnu-linux-libre-liberte-e-renove-sua-maquina-com-freesh</guid>
      <pubDate>Tue, 14 Oct 2025 15:43:34 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>O Linux é para ser instalado a cada nova versão? Será que não? 🐧🆙💭</title>
      <link>https://blog.ayom.media/daltux/o-linux-e-para-ser-instalado-a-cada-nova-versao</link>
      <description>&lt;![CDATA[Para quem se pergunta se é preciso reinstalar Linux a cada nova versão lançada, a resposta, francamente, é sim! E isso é muito mais frequente do que o establishment faz com que você acredite. Ainda que resumida, o que segue é uma explicação técnica, mas vá diretamente ao fim se preferir.&#xA;&#xA;!--more--A cada nova versão disponibilizada nos repositórios configurados em sua máquina, você tem alguma alternativa para atualizar o Linux a não ser por sua instalação? Negativo. Seu gerenciador de pacotes instala o novo Linux e normalmente desinstala os anteriores, exceto um que ficará de salvaguarda. Quando reiniciar a máquina, portanto, um Linux novo será executado. Em Debian e derivados, isso é definido pelo metapacote linux-image-amd64, o mais comum, cuja descrição é:&#xA;&#xA;Linux for 64-bit PCs (meta-package)&#xA;&#xA;No momento desta redação, sua dependência concreta é o pacote linux-image-6.12.38+deb13-amd64 (= 6.12.38-1). Quando for lançada uma versão posterior de Linux no repositório, por alteração da dependência do meta-pacote citado, um novo pacote concreto do Linux será sugerido pelo gerenciador de pacotes. A não ser continuar com o Linux antigo (ou remendá-lo durante a execução em alguns casos excepcionais), não há outra operação que pode ser feita sobre isso: você vai instalar o Linux novo.&#xA;&#xA;Sim: como visto, Linux é um entre centenas de componentes necessários para operar sua máquina da forma projetada, em um conjunto reunido por distribuidores do que costuma ser o GNU, com o kernel Linux.&#xA;&#xA;Um fenômeno que ocorre há tempos é denominado sinédoque, um tipo específico de metonímia. Isso causa estranhamento por quem defende que, em vez do nome de parte, as pessoas poderiam lembrar de chamar o todo pelo seu nome próprio: GNU. Para, mesmo assim, mencionar o kernel: GNU/Linux.&#xA;&#xA;a href=&#34;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e1/Debian13%22Trixie%22GNU%2BLinux.png&#34; title=&#34;Captura de tela do terminal com dados sobre Linux, o kernel.&#34;img src=&#34;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e1/Debian13%22Trixie%22GNU%2BLinux.png&#34; alt=&#34;Captura de tela de terminal Xfce com saídas de comandos uname-a, lsbrelease -a, apt policy e apt show sobre pacotes linux-image-amd64&#34; width=&#34;100%&#34;/a&#xA;&#xA;#Linux #GNU #GNUlinux #Debian #Debian13 #Trixie&#xA;&#xA;span class=&#34;post-sig&#34; lang=&#34;pt-BR&#34;🇧🇷🇵🇹 a href=&#34;https://blog.ayom.media/daltux&#34;Este blogue/a © 2023-26 por a href=&#34;https://daltux.net/&#34; rel=&#34;me&#34;Daltux/a é publicado sob a licença a href=&#34;https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/deed.pt-br&#34; target=&#34;blank&#34; title=&#34;Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional&#34; CC BY-SA 4.0/a.br/span lang=&#34;en&#34;🇨🇦🇬🇧 a rel=&#34;cc:attributionURL&#34; href=&#34;https://blog.ayom.media/daltux&#34;This blog/a © 2023-26 by a rel=&#34;cc:attributionURL dct:creator&#34; property=&#34;cc:attributionName&#34; href=&#34;https://daltux.net/&#34; rel=&#34;me&#34;Daltux/a is licensed under a href=&#34;http://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/&#34; target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;license noopener noreferrer&#34; style=&#34;display:inline-block;&#34; title=&#34;Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International license&#34;CC BY-SA 4.0/a. !--&amp;#x1F16D;&amp;#x1F16F;&amp;#x1F10E;--/span/spanspan style=&#34;font-size: 1.5em; vertical-align:middle;&#34; title=&#34;Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International license&#34;&#xD;&#xA;&amp;#127341;&amp;#127343;&amp;#127246;/span]]&gt;</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Para quem se pergunta se é preciso reinstalar <a href="https://foldoc.org/linux" title="Linux e o sistema GNU" rel="nofollow">Linux</a> a cada nova versão lançada, a resposta, francamente, é <strong>sim!</strong> E isso é muito mais frequente do que o <em>establishment</em> faz com que você acredite. Ainda que resumida, o que segue é uma explicação técnica, mas vá diretamente ao fim se preferir.</p>

<p>A cada nova versão disponibilizada nos repositórios configurados em sua máquina, você tem alguma alternativa para atualizar o <strong>Linux</strong> a não ser por sua instalação? Negativo. Seu gerenciador de pacotes instala o novo Linux e normalmente desinstala os anteriores, exceto um que ficará de salvaguarda. Quando reiniciar a máquina, portanto, um Linux novo será executado. Em Debian e derivados, isso é definido pelo <a href="https://packages.debian.org/trixie/linux-image-amd64" rel="nofollow">metapacote <code>linux-image-amd64</code></a>, o mais comum, cuja descrição é:</p>

<pre><code>Linux for 64-bit PCs (meta-package)
</code></pre>

<p>No momento desta redação, sua dependência concreta é o pacote <a href="https://packages.debian.org/trixie/linux-image-6.12.38+deb13-amd64" rel="nofollow"><code>linux-image-6.12.38+deb13-amd64 (= 6.12.38-1)</code></a>. Quando for lançada uma versão posterior de Linux no repositório, por alteração da dependência do meta-pacote citado, um novo pacote concreto do Linux será sugerido pelo gerenciador de pacotes. A não ser continuar com o Linux antigo (ou <a href="https://www.kernel.org/doc/html/latest/livepatch/livepatch.html" rel="nofollow">remendá-lo</a> durante a execução em alguns casos excepcionais), não há outra operação que pode ser feita sobre isso: você <strong>vai instalar o Linux novo</strong>.</p>

<p>Sim: como visto, Linux é um entre centenas de componentes necessários para operar sua máquina da forma projetada, em um conjunto reunido por distribuidores do que costuma ser o <a href="https://www.gnu.org/gnu/linux-and-gnu.pt-br.html" rel="nofollow"><strong>GNU</strong>, com o <em>kernel</em> Linux</a>.</p>

<p>Um fenômeno que ocorre há tempos é denominado <a href="https://aulete.com.br/sin%C3%A9doque" rel="nofollow"><strong>sinédoque</strong></a>, um tipo específico de <a href="https://aulete.com.br/meton%C3%ADmia" rel="nofollow">metonímia</a>. Isso causa estranhamento por quem defende que, em vez do nome de parte, as pessoas poderiam lembrar de chamar o todo pelo seu nome próprio: <a href="https://www.gnu.org/gnu/gnu-history.pt-br.html" rel="nofollow">GNU</a>. Para, mesmo assim, mencionar o <em>kernel</em>: <a href="https://www.gnu.org/gnu/gnu-linux-faq.html" rel="nofollow">GNU/Linux</a>.</p>

<p><a href="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e1/Debian_13_%22Trixie%22_GNU%2BLinux.png" title="Captura de tela do terminal com dados sobre Linux, o kernel." rel="nofollow"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e1/Debian_13_%22Trixie%22_GNU%2BLinux.png" alt="Captura de tela de terminal Xfce com saídas de comandos uname-a, lsb_release -a, apt policy e apt show sobre pacotes linux-image-amd64" width="100%"></a></p>

<p><a href="/daltux/tag:Linux" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">Linux</span></a> <a href="/daltux/tag:GNU" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">GNU</span></a> <a href="/daltux/tag:GNUlinux" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">GNUlinux</span></a> <a href="/daltux/tag:Debian" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">Debian</span></a> <a href="/daltux/tag:Debian13" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">Debian13</span></a> <a href="/daltux/tag:Trixie" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">Trixie</span></a></p>

<p><span class="post-sig" lang="pt-BR">🇧🇷🇵🇹 <a href="https://blog.ayom.media/daltux" rel="nofollow">Este blogue</a> © 2023-26 por <a href="https://daltux.net/" rel="nofollow">Daltux</a> é publicado sob a licença <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/deed.pt-br" target="_blank" title="Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional" rel="nofollow noopener">CC BY-SA 4.0</a>.<br/><span lang="en">🇨🇦🇬🇧 <a href="https://blog.ayom.media/daltux" rel="nofollow">This blog</a> © 2023-26 by <a href="https://daltux.net/" rel="nofollow">Daltux</a> is licensed under <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/" target="_blank" style="display:inline-block;" title="Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International license" rel="nofollow noopener">CC BY-SA 4.0</a>. </span></span><span style="font-size: 1.5em; vertical-align:middle;" title="Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International license">
🅭🅯🄎</span></p>
]]></content:encoded>
      <guid>https://blog.ayom.media/daltux/o-linux-e-para-ser-instalado-a-cada-nova-versao</guid>
      <pubDate>Sun, 10 Aug 2025 07:45:01 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>MiniDebConf Maceió 2025: 6ª edição da conferência brasileira de Debian</title>
      <link>https://blog.ayom.media/daltux/minidebconf-maceio-2025-6a-edicao-da-conferencia-brasileira-de-debian</link>
      <description>&lt;![CDATA[  De 1 a 4 de maio de 2025, quinta-feira a domingo, pela primeira vez na região Nordeste do Brasil, a capital do estado de Alagoas sediará um encontro nacional sobre Debian composto por palestras, oficinas, sprints, festa de caça aos bugs e eventos sociais.&#xA;&#xA;a href=&#34;https://maceio.mini.debconf.org/&#34; target=&#34;blank&#34;img alt=&#34;Logotipo do evento mesclando formatos de vela de jangada e o redemoinho do Debian com os dizeres MiniDebConf Maceió 2025&#34; align=&#34;right&#34; width=&#34;200&#34; src=&#34;https://maceio.mini.debconf.org/media/pagesfiles/logo-minidebconf-maceio-nova-400px.png&#34;/aA MiniDebConf Maceió 2025 é um evento aberto a todas as pessoas, independentemente do seu nível de conhecimento sobre Debian [GNU/Linux].!--more-- O mais importante será reunir a comunidade para celebrar um dos maiores projetos de Software Livre no mundo e, por isso, a organização deseja receber desde usuários(as) inexperientes que estão iniciando o seu contato com o Debian até Desenvolvedores(as) oficiais do projeto. Ou seja, estão todos(as) convidados(as)!&#xA;&#xA;MiniDebConfs são encontros locais organizados por membros do Projeto Debian para atingir objetivos semelhantes aos da DebConf — a conferência Debian global — mas em um contexto nacional. Durante todo o ano, são organizadas MiniDebConfs ao redor do mundo.&#xA;&#xA;Esta será a sexta edição de uma MiniDebConf no Brasil, e a primeira realizada no Nordeste. Em Maceió, serão quatro dias dedicados a temas ligados ao Debian.&#xA;&#xA;📅 Programação: https://maceio.mini.debconf.org/schedule/&#xA;&#xA;📹️ Transmissão do Auditório: https://maceio.mini.debconf.org/schedule/venue/1/&#xA;&#xA;📝 Perguntas remotas poderão ser enviadas pelo canal #debian-br-eventos na rede OFTC de IRC. Na página da transmissão, há uma ligação para entrar facilmente no canal pelo navegador Web — JavaScript de qwebirc.org (GPLv2).&#xA;&#xA;💡 Programe-se para o horário das atividades que pretende assistir, já que o vídeo normalmente é transmitido exclusivamente ao vivo. Gravações costumam ser publicadas posteriormente em https://meetings-archive.debian.net/pub/debian-meetings/&#xA;&#xA;  Texto parcialmente extraído da página oficial do evento — © 2025 Comunidade Debian Brasil (CC Atribuição) — adaptado ao blogue, modificado e complementado por Daltux.&#xA;&#xA;#Debian #GNU #GNUlinux #SoftwareLivre #eventos&#xA;&#xA;span class=&#34;post-sig&#34; lang=&#34;pt-BR&#34;🇧🇷🇵🇹 a href=&#34;https://blog.ayom.media/daltux&#34;Este blogue/a © 2023-26 por a href=&#34;https://daltux.net/&#34; rel=&#34;me&#34;Daltux/a é publicado sob a licença a href=&#34;https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/deed.pt-br&#34; target=&#34;blank&#34; title=&#34;Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional&#34; CC BY-SA 4.0/a.br/span lang=&#34;en&#34;🇨🇦🇬🇧 a rel=&#34;cc:attributionURL&#34; href=&#34;https://blog.ayom.media/daltux&#34;This blog/a © 2023-26 by a rel=&#34;cc:attributionURL dct:creator&#34; property=&#34;cc:attributionName&#34; href=&#34;https://daltux.net/&#34; rel=&#34;me&#34;Daltux/a is licensed under a href=&#34;http://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/&#34; target=&#34;blank&#34; rel=&#34;license noopener noreferrer&#34; style=&#34;display:inline-block;&#34; title=&#34;Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International license&#34;CC BY-SA 4.0/a. !--&amp;#x1F16D;&amp;#x1F16F;&amp;#x1F10E;--/span/spanspan style=&#34;font-size: 1.5em; vertical-align:middle;&#34; title=&#34;Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International license&#34;&#xD;&#xA;&amp;#127341;&amp;#127343;&amp;#127246;/span]]&gt;</description>
      <content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>De <strong>1 a 4 de maio</strong> de 2025, quinta-feira a domingo, pela primeira vez na região Nordeste do Brasil, a capital do estado de Alagoas sediará um encontro nacional sobre Debian composto por palestras, oficinas, <em>sprints</em>, festa de caça aos <em>bugs</em> e eventos sociais.</p></blockquote>

<p><a href="https://maceio.mini.debconf.org/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><img alt="Logotipo do evento mesclando formatos de vela de jangada e o redemoinho do Debian com os dizeres MiniDebConf Maceió 2025" align="right" width="200" src="https://maceio.mini.debconf.org/media/pages_files/logo-minidebconf-maceio-nova-400px.png"></a>A <strong><a href="https://maceio.mini.debconf.org/" rel="nofollow">MiniDebConf Maceió 2025</a></strong> é um evento aberto a todas as pessoas, independentemente do seu nível de conhecimento sobre <a href="https://debian.org/" rel="nofollow">Debian</a> [<a href="https://www.gnu.org/gnu/about-gnu.pt-br.html" rel="nofollow"><strong>GNU</strong></a>/<a href="https://www.gnu.org/gnu/linux-and-gnu.pt-br.html" rel="nofollow">Linux</a>]. O mais importante será reunir a comunidade para celebrar um dos maiores projetos de <a href="https://www.debian.org/intro/free" rel="nofollow">Software Livre</a> no mundo e, por isso, a organização deseja receber desde usuários(as) inexperientes que estão iniciando o seu contato com o Debian até Desenvolvedores(as) oficiais do projeto. Ou seja, estão todos(as) convidados(as)!</p>

<p><a href="https://wiki.debian.org/MiniDebConf" rel="nofollow">MiniDebConfs</a> são encontros locais organizados por <a href="https://www.debian.org/intro/people.pt.html" rel="nofollow">membros do Projeto Debian</a> para atingir objetivos semelhantes aos da <a href="http://debconf.org/" rel="nofollow">DebConf — a conferência Debian global</a> — mas em um contexto nacional. Durante todo o ano, são organizadas <a href="https://wiki.debian.org/MiniDebConf" rel="nofollow">MiniDebConfs</a> ao redor do mundo.</p>

<p>Esta será a sexta edição de uma MiniDebConf no Brasil, e a primeira realizada no Nordeste. Em Maceió, serão quatro dias dedicados a temas ligados ao Debian.</p>

<p>📅 Programação: <a href="https://maceio.mini.debconf.org/schedule/" rel="nofollow">https://maceio.mini.debconf.org/schedule/</a></p>

<p>📹️ Transmissão do Auditório: <a href="https://maceio.mini.debconf.org/schedule/venue/1/" rel="nofollow">https://maceio.mini.debconf.org/schedule/venue/1/</a></p>

<p>📝 Perguntas remotas poderão ser enviadas pelo canal <code>#debian-br-eventos</code> na <a href="https://www.oftc.net/" rel="nofollow">rede OFTC</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Internet_Relay_Chat" rel="nofollow"><strong>IRC</strong></a>. Na página da transmissão, há uma <a href="https://webchat.oftc.net/?nick=&amp;channels=#debian-br-eventos&amp;prompt=1&amp;uio=OT10cnVlJjExPTAmMTM9ZmFsc2Uf9" rel="nofollow">ligação para entrar facilmente no canal pelo navegador Web</a> — JavaScript de <code>qwebirc.org</code> (GPLv2).</p>

<p>💡 Programe-se para o horário das atividades que pretende assistir, já que o vídeo normalmente é transmitido exclusivamente ao vivo. Gravações costumam ser publicadas posteriormente em <a href="https://meetings-archive.debian.net/pub/debian-meetings/" rel="nofollow">https://meetings-archive.debian.net/pub/debian-meetings/</a></p>

<blockquote><p>Texto parcialmente extraído da <a href="https://maceio.mini.debconf.org/evento/sobre/" rel="nofollow">página oficial do evento</a> — © 2025 Comunidade Debian Brasil (<a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt" rel="nofollow">CC Atribuição</a>) — adaptado ao <a href="https://blog.ayom.media/daltux" rel="nofollow">blogue</a>, modificado e complementado por <a href="https://daltux.net/" rel="nofollow">Daltux</a>.</p></blockquote>

<p><a href="/daltux/tag:Debian" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">Debian</span></a> <a href="/daltux/tag:GNU" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">GNU</span></a> <a href="/daltux/tag:GNUlinux" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">GNUlinux</span></a> <a href="/daltux/tag:SoftwareLivre" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">SoftwareLivre</span></a> <a href="/daltux/tag:eventos" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">eventos</span></a></p>

<p><span class="post-sig" lang="pt-BR">🇧🇷🇵🇹 <a href="https://blog.ayom.media/daltux" rel="nofollow">Este blogue</a> © 2023-26 por <a href="https://daltux.net/" rel="nofollow">Daltux</a> é publicado sob a licença <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/deed.pt-br" target="_blank" title="Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional" rel="nofollow noopener">CC BY-SA 4.0</a>.<br/><span lang="en">🇨🇦🇬🇧 <a href="https://blog.ayom.media/daltux" rel="nofollow">This blog</a> © 2023-26 by <a href="https://daltux.net/" rel="nofollow">Daltux</a> is licensed under <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/" target="_blank" style="display:inline-block;" title="Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International license" rel="nofollow noopener">CC BY-SA 4.0</a>. </span></span><span style="font-size: 1.5em; vertical-align:middle;" title="Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International license">
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]]></content:encoded>
      <guid>https://blog.ayom.media/daltux/minidebconf-maceio-2025-6a-edicao-da-conferencia-brasileira-de-debian</guid>
      <pubDate>Fri, 25 Apr 2025 15:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Dica para quem usa shell remoto, SSH</title>
      <link>https://blog.ayom.media/daltux/dica-para-quem-usa-shell-remoto-ssh</link>
      <description>&lt;![CDATA[Há anos, tenho usado Mosh para contornar instabilidades e mobilidade de redes, já que ele se baseia em UDP e é bem adequado a isso, sem precisar manter uma &#34;conexão&#34; caso usasse TCP. É projetado para lidar com as perdas e a funcionar conforme haja comunicação.&#xA;&#xA;O problema que enfrentei com Mosh recentemente foi ao precisar passar por máquinas intermediárias (como em ssh -J -- vide manual), algo que se tornou necessário recentemente no ambiente de trabalho. Estive desde então pesquisando como resolver isso.!--more-- Com o próprio Mosh, não consegui adequadamente, embora continue possível utilizá-lo para acessar uma máquina disponível diretamente e abrir N shells com, p. ex. e o que recomendo, Byobu. É um gerenciador de &#34;janelas&#34; de terminal que mantém uma &#34;sessão&#34;, podendo deixá-la aberta, sair e retomar posteriormente, ou que persiste caso haja desconexão. Assim, um multiplexador como Byobu por si só já é uma solução para quem deseja contornar perdas de conexão, mesmo usando o próprio SSH. Aliado ao Mosh, então, formava uma dupla mais eficiente, praticamente infalível. Pena que não consigo fazer o Mosh se comunicar com host que não esteja disponível por SSH, mesmo tentando chamar manualmente os programas servidor e cliente.&#xA;&#xA;Felizmente descobri agora, enfim, o autossh, cujo propósito é simplesmente monitorar o estado da conexão do SSH e reiniciá-la quando ela cai. Para a operação ser viável, configure devidamente uma maneira de se autenticar, preferencialmente com par de chaves, sem que o programa tenha que ficar esperando digitação de senha a cada reconexão. Se não abrir um multiplexador de terminal, também não vai adiantar muito, podendo surgir problemas em uma desconexão súbita. É possível habilitar Byobu para que seja iniciado a cada shell com o comando byobu-enable. A solução com autossh não é tão eficiente quanto mosh, mas já funciona bem, na combinação com Byobu.&#xA;&#xA;Todos eles estão disponíveis nos repositórios principais do Debian GNU/Linux, entre outros. Portanto, recomendo pesquisar os atalhos do Byobu, no caso, para dominá-lo e usá-lo sempre! ( mosh ou autossh ) + byobu já! 💌&#xA;&#xA;---&#xA;&#xA;Byobu é, na realidade, um conjunto de scripts e configurações que visam tornar tmux ou GNU screen mais amigáveis, utilizando o que estiver disponível entre eles (tmux por padrão). Assim, as afirmações acima valem para eles também, caso prefira usá-los diretamente.&#xA;&#xA;---&#xA;&#xA;Consta ainda um projeto mais recente, chamado Eternal Terminal, que pretende funcionar semelhantemente a Mosh, porém lidando com TCP e alegando até suportar saltos de SSH. Embora publicado nos termos da licença Apache 2.0, não está disponível nos repositórios Debian oficiais até o momento. Então ainda não o testei, pois já fiquei satisfeito com autossh, fornecido pela distribuição.&#xA;&#xA;#shell #OpenSSH #ssh #byobu #tmux #gnu #GNUlinux #debian #mosh #autossh #unix&#xA;&#xA;span class=&#34;post-sig&#34; lang=&#34;pt-BR&#34;🇧🇷🇵🇹 a href=&#34;https://blog.ayom.media/daltux&#34;Este blogue/a © 2023-26 por a href=&#34;https://daltux.net/&#34; rel=&#34;me&#34;Daltux/a é publicado sob a licença a href=&#34;https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/deed.pt-br&#34; target=&#34;blank&#34; title=&#34;Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional&#34; CC BY-SA 4.0/a.br/span lang=&#34;en&#34;🇨🇦🇬🇧 a rel=&#34;cc:attributionURL&#34; href=&#34;https://blog.ayom.media/daltux&#34;This blog/a © 2023-26 by a rel=&#34;cc:attributionURL dct:creator&#34; property=&#34;cc:attributionName&#34; href=&#34;https://daltux.net/&#34; rel=&#34;me&#34;Daltux/a is licensed under a href=&#34;http://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/&#34; target=&#34;_blank&#34; rel=&#34;license noopener noreferrer&#34; style=&#34;display:inline-block;&#34; title=&#34;Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International license&#34;CC BY-SA 4.0/a. !--&amp;#x1F16D;&amp;#x1F16F;&amp;#x1F10E;--/span/spanspan style=&#34;font-size: 1.5em; vertical-align:middle;&#34; title=&#34;Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International license&#34;&#xD;&#xA;&amp;#127341;&amp;#127343;&amp;#127246;/span]]&gt;</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Há anos, tenho usado <a href="https://mosh.org/" rel="nofollow"><strong>Mosh</strong></a> para contornar instabilidades e mobilidade de redes, já que ele se baseia em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Protocolo_de_datagrama_do_usu%C3%A1rio" rel="nofollow">UDP</a> e é bem adequado a isso, sem precisar manter uma “conexão” caso usasse <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Protocolo_de_Controle_de_Transmiss%C3%A3o" rel="nofollow">TCP</a>. É projetado para lidar com as perdas e a funcionar conforme haja comunicação.</p>

<p>O problema que enfrentei com Mosh recentemente foi ao precisar passar por máquinas intermediárias (como em <code>ssh -J</code> — vide <a href="https://man.openbsd.org/ssh#J" rel="nofollow">manual</a>), algo que se tornou necessário recentemente no ambiente de trabalho. Estive desde então pesquisando como resolver isso. Com o próprio Mosh, não consegui adequadamente, embora continue possível utilizá-lo para acessar uma máquina disponível diretamente e abrir N <em>shells</em> com, p. ex. e o que recomendo, <a href="https://www.byobu.org/" rel="nofollow"><strong>Byobu</strong></a>. É um gerenciador de “janelas” de terminal que mantém uma “sessão”, podendo deixá-la aberta, sair e retomar posteriormente, ou que persiste caso haja desconexão. Assim, um multiplexador como Byobu por si só já é uma solução para quem deseja contornar perdas de conexão, mesmo usando o próprio SSH. Aliado ao Mosh, então, formava uma dupla mais eficiente, praticamente infalível. Pena que não consigo fazer o Mosh se comunicar com <em>host</em> que não esteja disponível por SSH, mesmo tentando chamar manualmente os programas servidor e cliente.</p>

<p>Felizmente descobri agora, enfim, o <a href="https://manpages.debian.org/stable/autossh" rel="nofollow"><strong><code>autossh</code></strong></a>, cujo propósito é simplesmente monitorar o estado da conexão do SSH e reiniciá-la quando ela cai. Para a operação ser viável, configure devidamente uma maneira de se autenticar, preferencialmente com par de chaves, sem que o programa tenha que ficar esperando digitação de senha a cada reconexão. Se não abrir um multiplexador de terminal, também não vai adiantar muito, podendo surgir problemas em uma desconexão súbita. É possível habilitar Byobu para que seja iniciado a cada <em>shell</em> com o comando <code>byobu-enable</code>. A solução com <code>autossh</code> não é tão eficiente quanto <code>mosh</code>, mas já funciona bem, na combinação com Byobu.</p>

<p>Todos eles estão disponíveis nos <a href="https://packages.debian.org" rel="nofollow">repositórios</a> principais do <a href="https://debian.org/" rel="nofollow">Debian</a> <a href="https://www.gnu.org/gnu/linux-and-gnu.html" rel="nofollow"><strong>GNU</strong>/Linux</a>, entre outros. Portanto, recomendo pesquisar os <a href="https://manpages.debian.org/stable/byobu/byobu.1#KEYBINDINGS" rel="nofollow">atalhos do Byobu</a>, no caso, para dominá-lo e usá-lo sempre! ( <code>mosh</code> ou <code>autossh</code> ) + <code>byobu</code> já! 💌</p>

<hr>

<p>Byobu é, na realidade, um conjunto de <em>scripts</em> e configurações que visam tornar <a href="https://github.com/tmux/tmux" rel="nofollow"><code>tmux</code></a> ou <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_Screen" rel="nofollow">GNU <code>screen</code></a> mais amigáveis, utilizando o que estiver disponível entre eles (<code>tmux</code> por padrão). Assim, as afirmações acima valem para eles também, caso prefira usá-los diretamente.</p>

<hr>

<p>Consta ainda um projeto mais recente, chamado <a href="https://eternalterminal.dev/" rel="nofollow">Eternal Terminal</a>, que pretende funcionar semelhantemente a Mosh, porém lidando com TCP e alegando até suportar saltos de SSH. Embora publicado nos termos da licença Apache 2.0, não está disponível nos repositórios Debian oficiais até o momento. Então ainda não o testei, pois já fiquei satisfeito com <code>autossh</code>, fornecido pela distribuição.</p>

<p><a href="/daltux/tag:shell" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">shell</span></a> <a href="/daltux/tag:OpenSSH" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">OpenSSH</span></a> <a href="/daltux/tag:ssh" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">ssh</span></a> <a href="/daltux/tag:byobu" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">byobu</span></a> <a href="/daltux/tag:tmux" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">tmux</span></a> <a href="/daltux/tag:gnu" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">gnu</span></a> <a href="/daltux/tag:GNUlinux" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">GNUlinux</span></a> <a href="/daltux/tag:debian" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">debian</span></a> <a href="/daltux/tag:mosh" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">mosh</span></a> <a href="/daltux/tag:autossh" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">autossh</span></a> <a href="/daltux/tag:unix" class="hashtag" rel="nofollow"><span>#</span><span class="p-category">unix</span></a></p>

<p><span class="post-sig" lang="pt-BR">🇧🇷🇵🇹 <a href="https://blog.ayom.media/daltux" rel="nofollow">Este blogue</a> © 2023-26 por <a href="https://daltux.net/" rel="nofollow">Daltux</a> é publicado sob a licença <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/deed.pt-br" target="_blank" title="Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional" rel="nofollow noopener">CC BY-SA 4.0</a>.<br/><span lang="en">🇨🇦🇬🇧 <a href="https://blog.ayom.media/daltux" rel="nofollow">This blog</a> © 2023-26 by <a href="https://daltux.net/" rel="nofollow">Daltux</a> is licensed under <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/" target="_blank" style="display:inline-block;" title="Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International license" rel="nofollow noopener">CC BY-SA 4.0</a>. </span></span><span style="font-size: 1.5em; vertical-align:middle;" title="Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International license">
🅭🅯🄎</span></p>
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      <guid>https://blog.ayom.media/daltux/dica-para-quem-usa-shell-remoto-ssh</guid>
      <pubDate>Fri, 13 Dec 2024 20:32:22 +0000</pubDate>
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